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Após vitória do Centauro II no EB, Grupo Leonardo mira na FAB com M346

Após vencer a disputa para fornecer ao Exército Brasileiro sua nova Viatura Blindada de Combate de Cavalaria Média Sobre Rodas 8×8 (VBC Cav MSR 8×8), o conglomerado de defesa europeu Leonardo, volta suas atenções a oferta de sua aeronave de combate M346 para Força Aerea Brasileira (FAB).

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O flerte entre a italiana e a FAB envolvendo o M346 não surgiu agora, conforme foi publicado em 2019 pelo nosso site GBN Defense em “Um substituto à Italiana para os A-1 da FAB?” , que noticiou á época, que a Leonardo está propôs a FAB o M346 como substituto as aeronaves de ataque A-1B em operação no Brasil, apontando sua aeronave como a solução mais adequada para substituição do A-1 em serviço, destacando que o envelope de missão permitiria a FAB cobrir sua necessidade de treinamento para os pilotos dos caças F-39 Gripen E/F, sendo uma moderna plataforma de treinamento avançado que cobriria a lacuna entre o A-29 e o F-39, além da capacidade de prover treinamento avançado, o M-346 foi apresentado como a plataforma ideal para executar todas as missões hoje incumbidas ao A-1, sendo um verdadeiro LIFT.

Desta vez, os italianos propõe fornecer a FAB a variante mais completa e avançada do M346, incorporando uma avançada aviônica digital e capacidade de múltiplo emprego. Segundo veiculado recentemente no “Estadão”, onde o jornalista Roberto Godoy divulgou algumas informações sobre o interesse da Leonardo em fornecer o seu “Lift” ao Brasil, o custo unitário estaria entre 20 e 25 milhões de dólares.

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Em abril do ano passado, o Ten.Brig. Baptista Jr., á época Comandante da FAB, chegou a visitar as instalações da Leonardo na Itália, chegando a pilotar um exemplar do M346, ocasião onde expressou através de seu comentário a boa impressão que teve da aeronave, e deu a entender que existe o interesse brasileiro nesta aeronave.

Com as mudanças ocorridas diante do novo governo brasileiro, existem incertezas a respeito do investimento nos programas de modernização e atualização das capacidades de defesa do Brasil. Mas há informações de que os italianos estariam em conversas com a FAB, as quais podem resultar em breve no anúncio de um acordo envolvendo a aquisição da aeronave.

Além da Itália, Israel, Polônia e Singapura também operam a aeronave da Leonardo, constituindo-se um importante vetor aéreo e de treinamento.

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